A vitória do Inter sobre o Figueirense foi convincente e mostrou que Oscar é titular absoluto, principalmente quando o jogo é fora de casa. Falcão é inteligente e não deve insistir no erro. Pena que a partida contra o Atlético-MG, nesta quinta-feira, será a último da garoto antes da apresentação na seleção sub-20.Por falar em “insistir no erro”, Renato esgotou sua cota de invencionices em mais uma derrota vexatória do Grêmio fora de casa. Vexatória não pelo placar, mas pela forma como se deu. A rigor, o time só chutou a primeira bola em gol quase no final do primeiro tempo. Por isso, insistir com três zagueiros, seis no meio e apenas um no ataque deixou de ser erro; virou burrice!
***
Para Falcão, o jogo do meio de semana pode ser a afirmação de um novo momento no Beira Rio. Para Renato, chegou a hora da verdade. Com reforços à disposição, ele tem pela frente a missão de encontrar o melhor Grêmio de 2011, assim como fez no final de 2010. Ou será que a mesma mão que colocou a equipe nos eixos no Brasileirão passado pode atrapalhar a campanha atual?
O calcanhar de Ganso no primeiro gol do Santos contra o Peñarol é emblemático. A grande jogada, muito bem conduzida por Arouca e concluída na categoria de Neymar, é o detalhe que justifica a conquista da Libertadores da América pelo clube paulista. Talvez o Santos de 2011 até nem seja melhor do que o Santos de 2010, campeão da Copa do Brasil. Mas uma geração com o futebol de Neymar e Paulo Henrique Ganso não merece menos do que isso.
Qualquer comentário sobre a dupla Gre-Nal na arrancada do Brasileirão já ficou chato e repetitivo. Depois de cinco rodadas, não há novidades. Os problemas são os mesmos e a falta de soluções está virando “doença crônica”, tanto para um, quanto para outro. Ninguém sabe se desse mato vai sair coelho!
A dupla Gre-Nal vive seu “inferno astral”. Os problemas de Grêmio e Internacional são diferentes, mas os resultados praticamente iguais. Os times ainda patinam no Brasileirão e as chances de uma grande campanha no segundo semestre vão ficando para trás.
Ronaldo foi um dos maiores jogadores de todos os tempos. Um fenômeno, literalmente, dentro e fora de campo. Como ninguém, viveu os prazeres e dissabores da bola – forma, aliás, que deve acompanhá-lo na aposentadoria. É o maior artilheiro da história das Copas (15 gols) e na Seleção Brasileira só fica atrás de Pelé.
Comentar a segunda rodada do Brasileirão, depois de mais um show do Barcelona, faz o nosso futebol parecer sem graça.
Já virou rotina nos últimos anos. O Brasileirão começa morno, sem nenhuma equipe que desponte como grande favorita ou com uma atuação de luxo que possa preocupar os demais rivais.